terça-feira, 4 de maio de 2010

E viveram felizes para sempre...

Desde criança, eu fui incentivada a acreditar que um dia, eu iria encontrar alguém pra chamar de ''príncipe encantado'', e que esse ''príncipe'' me faria feliz pelo resto da vida. Daí vem aquela frase, típica de final de conto de fadas :'' E viveram felizes para sempre.'' É, as vezes me pego pensando se isso é mesmo verdade, ou se essa frase se propagou tanto que acabou virando uma estratégia de marketing. Coloquei na cabeça que ninguém é feliz para sempre. O para sempre não existe, e nunca vai existir. Confesso que odeio admitir isso, mas é a verdade, e eu tenho que aceitá-la, mesmo que eu não queira. É aquela coisa : ''E viveram felizes para sempre''... (OU NÃO!). Tenho que admitir que eu seria a pessoa mais feliz do mundo se eu econtrasse alguém doce [que não seja grudento], alguém que me entenda, que me ajude, que compreenda quando eu não estou bem, que saiba me ouvir e que me ame. Mesmo que essa pessoa não viesse em um cavalo branco ao meu encontro, eu poderia, sim, chamá-la de princípe. Simplesmente por que príncipes as vezes caem do cavalo. Prícipes erram, príncipes choram, príncepes se machucam, príncipes também machucam outros. Ninguém é perfeito, nem mesmo príncipes ''encantados''. Mas... acho que eles estão perdidos por aí, disfarçados, quem sabe. Ah, só um detalhe : NÃO me responsabilizo por quem resolver sair por aí beijando sapos, ok?

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